Chapter Text
O acidente que havia acontecido da última vez não voltou a ocorrer, Taehyung se certificou de ser cuidadoso em não transparecer como aquele ocorrido mexeu consigo e como estava afetando sua relação com seu filho, também deu anticoncepcionais a Jeongguk dizendo que era remédio, queria evitar que ele engravidasse, até porque gozou três vezes dentro do garoto e inutilmente lembrava do prazer que sentiu mas três vezes. Mas tudo parecia conspirar contra Taehyung, principalmente quando Jeongguk começou a parecer muito mais manhoso em sua volta, com olhos pidões, bico enorme o tempo todo e esteve rondando Taehyung constantemente como se quisesse pedir algo.
Por mais que fosse muito apegado ao pai, ele sempre pareceu preferir ficar em seu quarto brincando, e agora Taehyung sabia o que ele fazia e que tipo de brincadeira ele brincava. Porém ultimamente ele estava grudado como cola, até mesmo quando Taehyung estava trabalhando em seu escritório ele aparecia por lá e se esgueirava até conseguir sentar no colo do pai. Seria muito fácil aturar este ato se Jeongguk não ficasse se remexendo para lá e para cá encima de seu pau, Taehyung se segurava inutilmente para não pensar nada errado e ficar duro, mantendo-se adormecido até o mais jovem cansar e sair do escritório, qual ele trancava a porta em seguida e se saciava batendo uma boa punheta enquanto pensava em como Jeongguk ficaria lindo debruçado sobre sua mesa enquanto rebolava com seu pau atolado na bocetinha dele. Estava ficando insano.
Hoje era mais um desses dias, estava trabalhando no escritório, resolvendo problemas com papeladas quando ouviu a porta se abrir. Jeongguk chegou em casa do ensino médio e já havia tomado banho, Taehyung conseguia sentir de longe o cheiro do corpo lavado do menor, como se aquele odor estivesse o chamando para passar o nariz por toda a pele macia enquanto lambia para sentir o gosto e comprovar como estava fresquinho pós-banho.
— Pai... — chamou com extremo dengo na voz.
— Hm? O que está deixando meu bebê tão manhoso? — Taehyung perguntou com tom de voz doce sem nem mesmo olhar para Jeongguk, mais preocupado em resolver os problemas do trabalho que infelizmente não eram poucos. Jeongguk se aproximou em passos lentos, Taehyung já conhecendo bem aquele novo costume dele de ser sorrateiro antes de sentar em seu colo apenas se afastou um pouco da mesa e se recostou, dando o espaço de apenas uma coxa para Jeongguk se sentar, não ousando deixar que ele se sentasse em seu colo como andava fazendo nos últimos dias, não queria perder o controle, muito menos podia correr o risco.
Jeongguk se sentou na coxa do pai, observando aqueles papéis com palavras sem sentido enquanto protelava em tentar dizer o que queria. Ficou em silêncio e quieto por pelo menos 10 minutos antes de se aproveitar da distração e foco do pai para subir aos poucos para o colo dele, Taehyung não notou, até que ele começou a se mexer. Não pareciam ser movimentos calculados, ele se mexia de um lado para o outro como se estivesse a procura de algo e Taehyung tentava a todo custo focar nos papéis a sua frente porém pareceu mais difícil quando Jeongguk achou o que queria. Ele sentou encima do pau de Taehyung, que infelizmente não aguentou, largando a caneta e os papéis na mesa.
— Basta, Jeongguk. — Taehyung segurou na cintura do garoto firmemente, o levantando de seu colo e posicionando-o em pé. — Fale logo o que você quer.
O mais novo se virou de frente para o pai com lágrimas nos cantos dos olhos.
— P-pai... — fungou, amassando entre os dedos o tecido da camisa longa que usava — E-eu quero um ursinho novo...
Taehyung soltou ar pelo nariz um tanto incrédulo. Não era possível que ele estava daquele jeito aquele tempo todo apenas por isso.
— É esse o motivo de você estar assim esses últimos dias? — massageou as têmporas um pouco estressado. — O que tem de errado com o ursinho que eu comprei para você?
Taehyung não era bobo, sabia o que tinha de errado. Agora o ursinho era cheio com enchimento de algodão e obviamente não se mexeria ou transaria com o garoto.
— E-le... hm... eu... — Jeongguk se embolou nas palavras e Taehyung levantou as sobrancelhas, sabendo que ele não conseguiria falar.
— Antes de qualquer coisa, a resposta é não. Indiscutível. — respondeu, vendo os olhos escurinhos do filho se arregalarem e encherem com mais lágrimas ainda. Taehyung sempre mimava ele e nunca dizia não, mas não conseguia digerir que Jeongguk estava ali chorando porque um ursinho de pelúcia — o pai dele — não transaria mais com ele.
Jeongguk saiu do escritório em passos firmes, soluçando e pingando lágrimas pelo chão, deixando pra trás Taehyung que suspirava e massageava as têmporas em estresse, precisava extravasar.
Ao pegar os papéis na mão de novo olhou para baixo, avistando o volume que já estava presente em sua calça e estava começando a doer, mas viu algo brilhante também. Tocou com o indicador, vendo aquele líquido estranho esticar e ficar pegajoso em seu dedo. Jeongguk estava sem calcinha.
Porra.
[...]
— Ah, merda... — a mulher abaixo de Taehyung gemia baixo após ter chegado em seu clímax, o marido vindo logo após enchendo a camisinha.
Taehyung precisava daquele alívio, se afastou do corpo da mulher tirando o penis de dentro, tirando a camisinha e jogando em algum canto do carpete após dar um nó.
— Nossa, faz um tempo que você não transava com tanta selvageria — ela riu fraquinho, não se aproximando do marido, apenas pegando o celular e iniciando uma navegação nas redes sociais de maneira descontraida como se não tivesse acabado de foder.
— Pois é, muito tempo sem transar — sussurrou olhando para o teto enquanto suspirava em desgosto. Transar com sua mulher não era bom, apenas o fazia perceber como a vagina dela era frouxa, muito diferente da de seu filho que era tão apertada que podia o deixar sufocado.
Antes de subir ao quarto tinha batido punheta em seu escritório, gozando nos papéis importantes que deveria estar lendo ao invés de se masturbar para a lembrança de Jeongguk sentando em seu colo se remexendo em busca de seu pau, ainda por cima manchando sua calça com lubrificante que escorreu de sua vagina descoberta. Mesmo depois de gozar ainda estava com o pau duro, encontrando a única solução em transar com a sua esposa.
Nos últimos dias Taehyung estava lutando inutilmente contra sua vontade de entrar naquela fantasia de urso e arruinar Jeongguk mais uma vez, mas precisava ser prudente acima de tudo e tentar manter uma relação comum com o garoto que sequer imaginava que era seu pai naquela fantasia se aproveitando da deixa para cometer um sexo incestuoso.
Ficaram por um momento em silêncio, o homem olhando para o teto perdido em seus devaneios até que a mulher se pronunciasse.
— Você fez algo a Jeongguk?
Taehyung gelou imediatamente, mesmo que não estivesse demonstrando seu desespero ainda assim estava completamente petrificado. Ela descobriu? Precisava disfarçar caso ela cogitasse o encurralar, então apenas se manteve em silêncio.
— Ele passou a tarde chorando na cama até dormir, estava soluçando e dizendo que "o papai não ama mais ele" — com a explicação, Taehyung ficou mais calmo, soltando um longo suspiro em alívio e sentindo o desespero ainda correr um pouco em suas veias como se tivesse sido pego em seus atos abomináveis.
— Não fiz nada demais, apenas disse não a ele — a mulher riu em deboche, Taehyung sabia que ela estava pronta para dizer algo.
— Bom, você sabe que isso é sua culpa. Você mima Jeongguk demais, Taehyung. Ele precisa aprender a ouvir não as vezes, já é grande o suficiente para entender que não é mais uma criancinha que tem tudo na hora que quer — como sempre, ela disse em palavras agressivas. Algumas vezes Taehyung achava que a mulher não tinha paciência com Jeongguk, ela nunca se importou com ele como o pai se importava e talvez por isso Jeongguk tivesse tanto apego a Taehyung, era quem realmente amava e cuidava dele. Ele era sim mimado por Taehyung, mas era um garoto doce e muito obediente acima de tudo.
Pensar dessa maneira, o fez se sentir culpado por ser tão ríspido com seu pequeno, lembrou da visão dos olhos dele se enchendo de lágrimas. Faria algo para se desculpar com ele, mas no momento não queria pensar em nenhuma solução para a chateação que Jeongguk sentia, apenas precisava dormir.
— Não vamos ter essa conversa agora. — Taehyung encerrou o assunto, virando de costas para a esposa com a intenção de evitar que precisassem conversar de como ele educava Jeongguk, não era interessante e nem agradável como ela falava dele como se tivesse de raiva ou de ciúme do mais jovem. — Boa noite.
[...]
Jeongguk estava realmente chateado. Evitava Taehyung a todo custo e quando precisavam dividir o mesmo cômodo o garoto apenas ficava em silêncio, a expressão estava sempre amuada e a maneira de andar um pouco largada. Perto de Taehyung ficava bicudo e com os olhos baixos como se estivesse esperando que Taehyung o abraçasse forte e pedisse desculpas.
Taehyung sabia que não era só por causa do urso, e sim pela grosseria que teve ao falar com ele, nunca havia o tratado daquela forma antes e entendia que ele estivesse chateado, era muito apegado ao pai e ele nunca tratou Jeongguk rudemente, diferentemente da mãe que era extremamente carrasca.
Em um dia no meio da semana, Taehyung resolveu sair mais cedo do trabalho para ir buscar Jeongguk em suas aulas de francês, ele pareceu desanimar assim que entrou no carro e viu que era o pai ali.
— Oi pai... — murmurou, deixando a bolsa em seu pés e logo virando o rosto pro lado para não precisar olhar para o pai.
Taehyung pigarreou.
— Jeongguk. Quando chegar em casa fique por alguns minutos na sala e depois suba ao seu quarto, preparei uma surpresa para você, vou ficar fora por um tempo então faça bom uso e me agradeça quando eu voltar para casa, certo? — o mais velho disse com os olhos focados na estrada. — Aceite como um pedido de desculpas pelo dia no escritório, papai não queria ser grosso com você.
Taehyung tirou uma mão do volante apenas para acariciar os fios de cabelo de Jeongguk. Os olhos do garoto brilharam assim que ele olhou para o pai, mas ele apenas assentiu batendo os pés ansiosamente até que chegassem em casa. Taehyung sequer estacionou direito e Jeongguk já saiu correndo, foi para a sala como o pai pediu e esperou ansiosamente no sofá para ver sua surpresa, sabia que seria algo bom porque seu pai nunca falhava.
Taehyung entrou pelas portas dos fundos, subindo de fininho até o quarto, aproveitou que sua mulher estava ocupada tomando banho e tirou as roupas de trabalho que usava, ficando apenas de cueca e logo partindo em passos cautelosos até o quarto de Jeongguk. Ele havia tirado todo o enchimento de algodão de dentro da fantasia de urso e escondeu para que pudesse achar e repor depois, com rapidez e pressa vestiu a fantasia e se sentou no chão perto da cama do mais novo. Ele estava extremamente agoniado e um pouco excitado de estar fazendo aquilo mais uma vez, mas contava que dessa vez Jeongguk ia matar a saudade abraçando e fazendo carinho no ursinho, mesmo que seu subconsciente soubesse que as coisas iriam muito mais longe e que ele adoraeia como o pervertido que era.
Passado alguns minutos, Jeongguk subiu ao quarto e olhou em volta com confusão, esperando a surpresa mas a única coisa de diferente que reparou era que seu urso gigante estava em um lugar diferente de anteriormente. Sendo assim, Taehyung acenou, vendo o rosto do jovem iluminar imediatamente.
— Senhor urso! — Jeongguk correu e se atirou no colo do urso, abraçando fortemente ao que fazia exclamações animadas. — Não acredito que voltou! Agora podemos brincar de novo.
Droga, ele deveria saber.
Taehyung estava obviamente equivocado. Ele nao ia abraçar e fazer carinho no urso. Apenas concluiu com mais clareza quando ele correu para trancar a porta, merda, o pai do garoto estava evitando que isso acontecesse de novo, foi muito leigo de nao saber manter o "não" que disse para o garoto. Mas no fundo... talvez ele estivesse gostando.
— Papai disse que não me daria outro urso, mas eu não queria outro, só queria que ele consertasse você... ele é tão legal, sempre faz tudo que eu quero. Amo meu papai — disse com entusiasmo, se sentando no chão ao lado do urso e apoiando as costas na cama. Ficou quieto por alguns minutos, sentadinho, mas logo riu baixo e enfiou a mão dentro do shortinho que usava, tirando a mão de lá de dentro melada. — Minha imaginação é fértil, só de pensar um pouco já fiquei todo grudento... Você vai me ajudar, não é? Como podemos começar nossa brincadeira? Faz muito tempo que você colocou aqui dentro, acho que vai doer um pouco dessa vez...
Ele estava sorrindo animado e Taehyung estava suando frio, a imaginação dele também não era generosa pois já estava de pau duro. Suspirou muitas vezes, se segurando, não querendo imaginar como seria a sensação de gozar de novo na buceta apertada de seu filho, mas era impossível, ainda mais com ele provocando. Podia apenas brincar com ele sem penetração, porém a fantasia não permitia que tivessem nenhum tipo de preliminar, não podia chupar nem dedar Jeongguk sem acabar se entregando e fazendo-o descobrir que embaixo daquela fantasia de urso era seu pai, Jeongguk acharia nojento. A única saída, era fazer o que ele queria e não havia para onde fugir.
O ursinho se levantou, Jeongguk continuou sentado observando e esperando a próxima ação. Taehyung suspirou dentro da fantasia, olhar ele daquele angulo não ajudava muito, mas faria exatamente o que queria, se o garoto não soubesse que era o pai ali então não teria nada de errado, certo?
Com cautela, puxou o pau já endurecido para fora, os olhos de Jeongguk brilharam ao ver a glande reluzente vazando pérolas de pré gozo. Taehyung se aproximou, Jeongguk sentado ficava na direção perfeita do seu pau, não faria esforços. Deu um leve toquinho com a mão no queixo dele e imediatamente como um bom garoto ele abriu a boca. Taehyung segurou seu pau e guiou até os lábios rosados e fininhos do seu garoto, pintando eles de reluzente com o brilho do seu líquido.
Até mesmo com certo carinho, o pau foi penetrado lentamente na boca pequena e pouco espaçosa que Jeongguk possuía. Estava tirando e colocando devagar aos poucos para que não machucasse a garganta do garoto ou fosse desesperadamente bruto como da última vez. Quando a ponta chegou perto da garganta foi imediato o ato de Jeongguk engasgar, Taehyung entendia que obviamente ele ainda não havia aprendido bem a relaxar a garganta para que não sentisse refluxo, até porque nunca havia mamado nenhum pau além do seu, o pai dele.
Puxou o ar entre os dentes ao lentamente forçar um pouco para que seu pau inteiro entrasse na boca do mais jovem, Jeongguk estava com a boca escancarada para suportar toda a masculinidade do "Senhor Urso" atolada dentro da sua goela, Taehyung até mesmo viu os olhos dele piscando lentamente, entreabertos e piscando devagar como se estivesse bêbado de piroca, mas era só a privação de ar que estava o causando sensação de sonolência. Quando o rostinho pálido passou a ficar vermelho Taehyung se afastou, ouvindo um forte engasgo, seguido de uma tosse quebrada e bastante baba escorrendo pelo queixo do garotinho que respirou algumas vezes e limpou o queixo com o dorso da mão, logo abrindo a boca e colocando a língua para fora, parecia empenhado em fazer o ursinho se sentir bem mas no fundo era um grande safadinho.
Sem todo aquele cuidado de anteriormente, enfiou o pau na boca do garoto novamente, agora mantendo um ritmo mais constante apesar de não usar força e nem velocidade, apenas estocadas repetitivas e lentas, fundas para chegar bem no fundo da garganta dele. Estava adorando demais, era o melhor boquete de sua vida e acreditem ou não... Taehyung já havia recebido muitos. Com o estímulo gostoso e a felação babada do momento, Taehyung sentiu quando seu ventre fisgou indicando que estava próximo de chegar ao limite, rápido, muito mais rápido que o normal.
Neste momento passou a ir mais rápido, abaixando os olhos apenas para encontrar Jeongguk de olhos fechados, sentado com as mãos apoiadas contra os pelos macios da fantasia, babando pelos cantos da boca enquanto recebia rolada na garganta, sabia que ele estava gostando, conhecia seu filho. Grunhiu muito contido, segurando na cabeleira preta ao manter a cabeca do garoto parada para que ele recebesse todo seu leite quentinho naquela garganta pequena, gozou gostoso e até mesmo suspirou de alívio quando teve certeza que tinha se saciado tenporariamente com uma boquinha tão submissa e gostosa como a de seu filho, seu sangue.
Afastou-se, os peitos de ambos subindo e descendo em uma respiração ofegante, um deles pois se satisfez e outro pois foi sufocado com piroca por longos minutos, e agora Jeongguk estava engolindo o gozo do Senhor Urso. Sem nem mesmo fazer careta.
Taehyung passeou os olhos pelo corpinho delicado e atraente do garoto, os olhos se focando temporariamente na mancha escura no shortinho que ele usava, ele estava molhado, só de imaginar a boceta de Jeongguk toda babada de seu lubrificante natural, esperando para ter algo grosso expandindo seus interiores Taehyung começou a endurecer de novo. Jeongguk levantou, as mãos ágeis abaixando os shorts e a calcinha descendo até seu calcanhar também, como se ele soubesse que Senhor Urso não poderia fazer muitas coisas consigo. Ele se deitou na cama, com as pernas abertas, estava esperando mas Taehyung estava sem reação.
— Vamos, Senhor Urso... — balançou as pernas, a calcinha balançando de um lado para o outro ainda presa no calcanhar do moreno. Taehyung estava completamente duro novamente, dessa vez suas bolas pareciam ainda mais pesadas e prontas para fecundar o útero fértil do filho.
Se aproximou como um predador, com o pau duro balançando e pulsando no meio das pernas. Taehyung queria desesperadamente entender como Jeongguk não tinha medo e muito menos se sentia intimidado por ter um urso de pelúcia gigante que penetrava o pau nele e deixava semen dentro de sua vagina. Ele não parecia preocupado ou assustado como qualquer outra pessoa ficaria vendo algo inanimado se mexer, muito pelo contrário, ele parecia tranquilo, animado, ele parecia querer aquilo como um desejo que ele não conseguia enterrar dentro dele, Taehyung não podia perder tanto tempo pensando dessa forma, apenas precisava gozar.
Posicionou-se sobre o corpo do mais jovem, o vendo parecer ansioso. Jeongguk estava arreganhado e Taehyung aproveitou para deixar que as pernas dele ficassem sobre seu ombro, ele estava lindo naquele ângulo, todo esticado, a bocetinha na melhor posição para receber pica lá no fundo. Brincou com a glande no clitóris do garoto, esfregando o pau apenas para ver ele se contorcendo e mordendo os lábios.
Sem muita paciência alinhou o pau com o buraquinho que sabia que era dolorosamente apertado, vendo como ele estava contraindo e expandindo como se estivesse implorando pela penetração. Taehyung não demorou, forçando a glande para dentro ao que analisava a expressão de Jeongguk para ter certeza que não estava doendo, já fazia um tempo desde a última vez mas mesmo assim o interior dele parecia tão resistente quanto a primeira vez.
Se afundou para dentro de uma vez.
O gemido de Jeongguk engasgou na garganta.
Ah... Taehyung estava no paraíso. Quente, apertado. Jeongguk aguentava o comprimento todo socado dentro da sua boceta, mesmo perdendo a virgindade a cerca de dois meses atrás com o pai, ou.. com o Ursinho, ainda assim ele aguentava profundamente, parecia que havia sido criado para aquilo, aguentar a piroca do próprio pai ou melhor, do Ursinho. Taehyung queria chupar os peitos dele, sentir o gosto doce da xereca dele em sua língua, marcar aquele pescocinho de vermelho e acertar um tapa naquela carinha de putinha dele, se sentia estupido usando aquela merda de fantasia porque sabia que sem ela era impossível realizar o desejo de corromper seu filho, fazê-lo gozar em sua boca, deda-lo até que estivesse esguichando em várias direções diferentes.
Porque Taehyung não tinha esquecido que Jeongguk era do tipo que esguichava. E muito.
— M-mais! Eu quero mais.. — exigiu a voz doce, baixa e sussurrada.
Garotinho safado. Taehyung tirou metade do comprimento apenas para se afundar novamente, arrancando um gemido deleitoso e prolongado de Jeongguk. Ele estava tão abertinho, tão gostoso para Taehyung arrombar. O último citado não aguentou esperar quando começou a repetir estocadas profundas no mais novo, ouvindo ele gemer cortado a cada vez que a pele e o macio da fantasia se chocavam e criava o barulho de sexo, ainda que abafado. Estava acertando o cérvix dele, sabia porque podia sentir. Era como uma barreira que dissesse "você não pode passar daqui" e Taehyung queria, queria loucamente que fosse possível gozar literalmente dentro o útero dele e ver ele tomando anticoncepcionais com um sorrisinho no rosto para evitar ficar grávido dos bebês de seu pai.
Era doentio, estava libertando seu lado mais promíscuo e parecia não se importar com isso enquanto pudesse empalar seu filho em sua pica. A mesma da qual Jeongguk saiu e agora estava sendo enfiada dentro dele, o homem que o criou queria loucamente gozar em seu interior. A cada vez que se afundava dentro daquele aperto com mais força e intensidade, Jeongguk gemia mais alto e seus pés balançavam molengas como se ele não tivesse controle de seu corpo, parecia não estar tendo controle de nada na verdade, seus gemidos estavam sendo abafados pela luva felpuda pois ele estava sendo bastante levado em deixá-los escapar sem pudor. A cama rangendo já era motivo o suficiente para que sua esposa aparecesse batendo na porta em busca de respostas, então não precisava de mais razões que o impedissem de arruinar Jeongguk ali mesmo, naquela posição.
Bruto era pouco para definir como Taehyung estava comendo a boceta de Jeongguk. Ele estava loucamente se afundando como se sua vida dependesse daquilo.
— Aaangh... S-snhor U-urso... — gemeu sofrido e suplicante, os olhos começando a inundar com inúmeras lágrimas, a expressão se contorcendo, as pernas inquietas. Taehyung sabia o que era aquilo, oh... ele sabia bem.
Estocou com mais força, ouvindo-o chorar mais sofrido ainda, seria intenso dessa vez e ambos estavam sensíveis e necessitados demais para deixar que durasse mais tempo.
Algumas penetradas depois o corpo de Jeongguk endureceu abaixo de Taehyung, era esmagadora a forma que a bocetinha dele se apertava contra a piroca grossa de Taehyung e ele se tornava incapaz de se mexer quando Jeongguk estava gozando. Ele chorava enquanto seu corpo permanecia petrificado e suas pernas tilintavam em espasmos fortes, Taehyung sentiu a quentura do líquido que ele estava derramando na cama, na fantasia, em si mesmo. Mas não podia brincar com o tempo que tinham, então mesmo com dificuldade e mesmo com Jeongguk ainda tremendo em extrema sensibilidade pós orgasmo, passou a estocar da mesma forma que antes, arrancando gemidos escandalosos do mais novo, apenas o instigava mais a foder ele como louco.
Taehyung não estava longe, também pulsava loucamente querendo soltar aquele aperto insuportável em sua barriga, estava fortíssimo e indicava que também seria intenso.
— P-por favor... p-por f-favor Senhor U-urso! — Taehyung não entendia porque Jeongguk estava implorando em mistura de choro, gemidos e balbucios desconexos. Não buscaria entender, buscaria se saciar.
Levantou mais uma das pernas de Jeongguk o deixando arreganhadinho e consequentemente tendo mais acesso em meter centímetro por centímetro de sua piroca naquela xota gulosa. O som era molhado, pornografico e excitante pra caralho, o jeito de Jeongguk gemia sensível e manhoso cada vez que o pau era forçado no fundo de seu buraquinho deixava Taehyung mais próximo do limite, estava sendo fodido com volúpia. Taehyung grunhiu, apertando uma das coxas do garoto com pouca força para descontar a intensidade que seu orgasmo estava chegando, mordendo o lábio inferior com força para não gemer e evidenciar tamanho prazer. Diminuiu a velocidade, penetrando forte e fundo, o corpo de Jeongguk dando solavancos fortes pela força aplicada nas estocadas que poucos segundos depois, cessaram.
Taehyung meteu o caralho fundo uma última vez
Com Jeongguk gemendo e chorando abaixo de si, algumas estocadas profundas e uma bocetinha apertada, Taehyung esporrou longos jatos no fundo da xotinha encharcada e gostosa de seu filho. Gozou de olhos fechados, o orgasmo sendo tão arrebatador que o tirou de órbita por pelo menos um minuto. Meteu mais algumas vezes apenas para manter sua porra dentro da xereca de Jeongguk mas Taehyung não imaginava que seria inútil, tirando esta conclusão apenas quando se afastou e tirou a rola de dentro e viu a quantidade exagerada de porra que estava escorrendo da bocetinha do garoto.
A visão o satisfez e até mesmo ficaria de pau duro de novo e comeria Jeongguk em várias outras posições até drenar todo seu esperma no interior do garoto, mas estava cansado demais e apenas queria tomar um banho e descansar após a foda gostosa. Jeongguk continuava deitado na cama com as pernas largadas, respirando fundo e tremendo um pouquinho, Taehyung o deixaria se limpar e limpar o quarto por conta própria, seu corpo estava implorando por um banho e uma boa noite de sono. Guardou o pau sujo de porra dentro da cueca de novo, percebendo que teria que lavar aquela fantasia antes de a preencher com enchimento de novo pois Jeongguk esguichou nela. Se afastou em passos curtos, indo até a porta quando ouviu o barulho de movimento encima da cama, estava com a mão na maçaneta quando olhou para trás para checar Jeongguk, ele estava apoiado em seus cotovelos enquanto olhava para O ursinho com um sorrisinho no rosto.
— Muito obrigado pela surpresa, foi muito gostoso... — Jeongguk sorriu docemente, tombando a cabeça para o lado. — Papai.
O coração de Taehyung parou e ele ficou imóvel por algo que pareceu uma eternidade.
Puta. Merda.
