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Ele ouviu o que Akainu disse sobre seu pai.
O ódio se apossou por seu corpo dolorido e faminto. Portgas estava se virando quando a voz de Luffy se infiltrou em suas memórias.
“Ace, promete que não vai morrer!”
Seus sentidos abafados pela raiva foram silenciados. Seu irmãozinho estava bem à sua frente, implorando-o com o olhar para seguí-lo e sair de perto do perigo. Machucado e mentalmente exausto por dias passar dias lutando e sentindo dor, tudo por ele.
— É claro que não vou morrer, idiota.
Suas feridas de batalha e de tortura doendo mais a cada segundo, mas ele ignorou a dor e forçou seu corpo tenso e instável a funcionar, voltando a correr para cumprir três coisas: a última ordem de seu pai, sua promessa a Luffy e sua promessa de voltar para Yamato e Tama.
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— E foi assim. - Ace disse à filha adotiva durante a festa de Natal.
Levou dois anos para libertar Wano, entre manter os territórios do Barba Branca estáveis e fortalecer seu Haki junto ao irmão. Durante esse tempo, ele fez questão de mandar mantimentos para alimentar o máximo de pessoas possíveis no país.
